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Siebe Gorman

A empresa inglesa  Siebe Gorman foi fundada pelo engenheiro alemão Augustus Siebe e seu genro Gorman. Siebe Gorman faz parte da história do mergulho com a fabricação de capacetes a partir do século 19.

 

 

Eles desenvolveram e produziram equipamentos para uso no mergulho comercial, atuaram no projeto de salvatagem marinha e, também, fabricaram equipamentos de circuito aberto no final do anos 40 para uso comercial e militar.

Em 1837, foi desenvolvido um escafandro de mergulho, que juntamente com uma roupa selada de borracha, se conectavam a uma bomba de ar de superfície. Este conjunto se tornou o primeiro equipamento efetivo para o mergulho. 

 

 

A Siebe Gorman & Co Ltd se intitulava como Submarine Engineers. A empresa forneceu equipamentos de mergulho para as forças armadas britânicas durante a segunda guerra mundial.

 

 

A entrada definitiva da Siebe Gorman para o mundo do mergulho autônomo ocorreu com a obtenção da licença da francesa La Spirotechnique para a produção de reguladores double hose inspirados no projeto do CG45. Isto fez com que a empresa economizasse tempo no desenvolvimento de um projeto de regulador próprio.

Em meados dos anos 50, o mergulho esportivo no Reino Unido foi ganhando força. 

 

              

 

O primeiro regulador produzido pela Siebe Gorman, em 1955, como versão do CG45,  foi o  "ESSJEE AQUALUNG". Um regulador double hose de dois estágios. E, já no ano seguinte, uma versão melhorada, o "ESSGEE AQUALUNG MK II" também de dois estágios, agora escrito com a letra "G" e não mais com "J". ESSGEE como pronuncia das inicias "S" e "G" de Siebe Gorman.

 

ESSJEE AQUALUNG MKI

O regulador double hose Essjee Aqualung MKI era uma reprodução do francês CG45, com apenas pequenas alterações. E claro, com medidas imperiais e não métricas como a versão francesa. Sua produção ocorreu no ano de 1955.

 

 

O regulador tinha um diâmetro de 41/2", com 2" de profundidade. As partes superior (lado do label) e inferior (lado do yoke) eram fixadas por 4 grampos com parafusos. Este sistema de fixação facilitava a colocação e remoção dos grampos quando comparado aos existentes no CG45.

 

 

Outra melhoria do projeto inglês foi a previsão do uso de manômetro. A porta HP do MKI para a conexão de um manômetro foi uma inovação em confronto com a preferência por válvula reserva dos reguladores americanos e demais reguladores europeus.

 

 

As mangueiras utilizadas nos manômetros eram muito duras, pois eram utilizadas as mangueiras hidráulicas padrões existentes no mercado naquela época.

 

 

O projeto do MKI tinha dois horns/chifres com roscas, colocados de forma diametralmente oposta no corpo do regulador. Parece que forma usados horns retos e com cotovelos. As mangueiras eram de estilo militar, recovertas com tecido da cor cáqui. O mouthpiece era de metal tubalar do tipo "T", com bocal de borracha.

Não haviam válvulas non-return no mouthpiece, o que exigia muito treino para se efetuar o desalagamento das mangueiras.

 

 

O mecanismo do primeiro estágio estava fixado na parte inferior do corpo do regulador por uma anel de rosca. Dentro da parte inferior do regulador, existe um pequeno diafragma de mola no segundo estágio. Com um ajuste interno é possível setar a prossão intermediária entre 100-120PSI. O mecanismo do segundo estágio é do tipo downstream.

O diafragma é feito de tecido com borracha e com uma placa metálica colada e rebitada. Dois tags no diafragma melhoram o contato com a alavanca do segundo estágio.

 

 

O horn/chifre com a válvula de exaustão (duckbill) esta fixada na parte superior do regulador através de dois parafusos.

Uma pequena plaqueta rebitada adorna a parte superior do regulador com a inscrição SIEBE GORMAN & CO LTD - MAKERS - LONDON.

 

ESSGEE AQUALUNG MKII

Em 1956, surge uma versão melhorada do Aqualung. O Essgee (não mais com "J") Aqualung MkII apresenta uma alteração no mecanismo de segundo estágio pela adição de outra alavanca na parte superior, da já existente, alavanca de segundo estágio.

 

  

Esta alavanca composta aumentou muito a vantagem mecânica do mecanismo, tornando mais sensível e, consequentemente, com uma resistência respiratória menor.

 

 

Externamente, pouca coisa mudou na aparência do regulador, mas agora a Siebe Gorman viu a vantagem de exibir o seu nome no label/rótulo do regulador. Um grande placa oval de identificação, feita de bronze, apresenta a inscrição ESSGEE AQUALUNG MKII - SIEBE, GORMAN & Co. LTD - CHESSINGTON, SURREY.

Agora, com a letra "G" a fonética do nome do regulador é mais adequada às inciais S.G. de Siebe Gorman.

 

 

Na parte inferior do regulador, pode-se verificar que o bloco contendo o yoke não está mais centralizado no corpo do regulador, mas sim deslocado para o lado do eixo central.

A versão ESSJEE, que agora pode ser chamada de MKI (com a edição do MKII), apresenta o bloco do yoke centralizado no corpo do regulador, mas o mecanismo do segundo estágio encontra-se fixado mais ao lado do eixo central, de forma que a alavanca única do segundo estágio está centralizada no eixo central do diafragma.

 

 

Quando a segunda alavanca é adicionada ao MKII, ela aponta na direção contrária à alavanca já existente. Para trazer a extemidade da segunda alavanca para a linha central do diafragma, foi necessário girar o mecanismo interno em 180o.

Este realinhamento não apresentou qualquer efeito adverso. Esta rotação de 180o. do mecanismo interno teve como consequência a inverção da orientação do fluxo de respiração das mangueiras.

 

 

Ou seja, no ESSJEE Aqualung MKI o horn de exaustão estava posicionado do lado direito do mergulhador, e agora, com as modificações eftuadas no ESSGEE Aqualung MKII, o horn de exaustão está posicionado do lado esquerdo do mergulhador.

 

 

A colocação da segunda alavanca do tipo ferradura exigiu a colocação de um par de novo pequenos pilares, que juntamente com um arame curvado permitia um apoio para a nova alavanca. Com a adição da segunda alavanca, a altura do mecanismo aumentou, fazendo contato direto com o difragma sem a necessidade dos tags para um melhor contato.

 

 

O diafragma ainda era plano, construído a partir de tecido e borracha. Em todos os outros aspectos, o MKII correspondeu ao mesmo padrão de construção do MKI.

 

 

Até o final de 1956, O MKII continuou em produção até o regulador de estágio único "MISTRAL" ser lançado, também sob licença da La Spirotechnique.

 

REGULADOR DOUBLE HOSE (TWIN HOSE) MK-II SURFACE DEMAND

O regulador double hose MK-II Surface Demand era um regulador de estágio único que utilizava uma máscara full face e era alimentado de ar por uma fonte de ar de superfície através de uma mangueira de 60ft de comprimento.

 

 

A fonte de ar da superfície podia ser feito aravés de um cilindro de alta pressão acoplado a uma válvula de redução de pressão, ou através de um compressor de ar composto, também, de filtros para a limpeza do ar.

 

 

O ar que chega ao mergulhador vem da válvula de redução, acoplada ao cilindro de superfície, e chega no regulador através da mangueira válvula de entrada (inlet)(4 e 8). Esta válvula é mantida na posição fechada através da alavanca e das molas do regulador (6 e 7) . Com a inspiração do mergulhador, uma pressão menor é criada no interior da câmara (9) e o diafragma (3) é pressionado pela pressão externa.

Isto por sua vez comprime a alavanca da válvula do regulador (7), o que permite que a válvula de entrada se abra, permitindo que o ar flua para dentro da porta de entrada (4 e 8). Após a expiração, o ar é passado ao longo do tubo de saída e através da válvula de exaustão (duckbill) (1) para a água.

 

 

 

REGULADOR DOUBLE HOSE (TWIN HOSE) MISTRAL

A Siebe Gorman produziu o regulador double hose de estágio único do tipo downstram denominado de Mistral, no período de 1956 à 1972. Foi construído sob licença,  e era uma cópia do regulador Mistral da Spirotechnique. A versão da Siebe Gorman seguiu de perto a configuração do modelo francês, mas foram introduzidas várias mudanças que personificaram a produção da versão inglesa. 

Ao longo dos 12 anos de produção do Mistral pela Siebe Gorman, uma série de alterações sucessivas foram feitas na configuração do regulador. No entanto, a empresa nunca efetuou distinções sobre essas mudanças. Não houve divulgação que marque as alterações, quando estas ocorreram, seja por modelo, seja por ano ou mesmo pelo número de série dos reguladores. A configuração externa do Mistral permanecia inalterada, mesmo quando estas as modificações ocorreram. 

Bob Campbell escreveu um artigo sobre estas modificações, que se encontram publicada na revista Historical Diving Times #52 , em 2011.

Podem ser identificadas seis fases, ou seis gerações, do Mistral,  em que estas modificações ao projeto do regulador padrão original podem ser destacadas.

  

MISTRAL - PRIMEIRA GERAÇÃO - 1956

Este Mistral é facilmente reconhido, pois não apresenta a porta de entrada para conexação do manômetro.

A parte superior do regulador (front case) é plana e apresenta um label/rótulo em forma de diamante com a inscrição ESSGEE MISTRAL - SIEBE GORMAN - CHESSINGTON SURREY - COUSTEAU GAGNAN PATENTS. O label de metal niquelado, pintado de amarelo com as letras em preto.

A configuração do regulador segue, estreitametne, a do Mistral da Spirotechnique. Algumas alterações ao projeto francês foram feitas, como a fixação das partes superior e inferior do regulador. Um diafragma plano construido de tecido e borracha, com um aro central e uma borda metálica, separa a câmara superior (em contato com a água) da câmara inferior (mecanismo do regulador).

Abaixo do diafragma estava um mecanismo composto de um sistema de duas alavancas, com a segunda alavanca deslizando sobre a alavanca primária, aumentando a vantagem mecânica. As alavancas estavam apenas encaixadas, sendo que a fixação, entre elas, se dava através da presenção do diafragma. 

 

 

A alavanca inferior trazia um pequeno pino que trazia um pequeno O-ring, com passagem para o corpo central do regulador. No Mistral da Spirotechnique, este O-ring estava localizado no furo e não no pino.

O corpo central continha a válvula de estágio único de secção rectangular. A cabeça da válvula foi projetada para se colocar uma mola de compressão. Uma porca é utilizada para fixar o corpo central da parte inferior e o yoke.

 

 

Internamente, um jato Venturi se projetava ao lado do corpo central do regulador e concentra o jato de ar diretamente para a saída de inalação.

 

 

Dois espigões roscados são fornecidos para a fixação do set de mangueiras de diâmetro de 1" nas duas extremidades. O mouthipece/bocal era de metal tubular do tipo "T", com um tubo de secção circular ovalada para fixar o bocal borracha. A conexão entre as mangueiras e o corpo do regulador eram feitas por pesados ​​cotovelos curvados ligado aos tubos, os quais foram mantidos durante os subsequentes projetos. As mangueiras e o mouthpiece eram fixados por cabos amarrados (wire bindings).

 

MISTRAL SEGUNDA GERAÇÃO 

A segunda geração de fabricação do Mistral padrão apresentava a porta de entrada para a conexão do manômetro. Parece uma incoerência, que a Siebe Gorman não tenha colocado esta porta desde o início, como eles já tinham feito isso, anteriormente,  em seus reguladores de dois estágios: o Aqualung MKI e MKII

 

 

 

No interior da parte inferior do regulador foi colocado um tubo de cobre de 1/8", com a extremidade contendo uma rosca do tipo BSP fêmea 1/8".

O orifício na parte inferior do regulador, por onde passava o conector, era quadrado e com uma proteção reforçada, ficando a porta de entrada para o manômetro projetada de maneira paralela ao yoke. Este sistema não se mostrou muito eficaz, gerando muitos problemas.

 

 

Durante a produção do Mistral Segunda Geração, a Siebe Gorman introduziu válvulas non-return no mouthpiece.

 

MISTRAL TERCEIRA GERAÇÃO 

Com os muitos problemas que ocorreram em virtude da vulnerabilidade do sistema de conexão do manômetro, uma nova configuração teve que ser projetada. Foi projetado, com a finalidade de proteger e dar melhor fixação do tubo interno.

Uma placa que se estendia a partir do corpo interno e estava soldada no corpo do regulador. O buraco quadrado permaneceu por um tempo até o final das peças do estoque, até a sua substituição por um furo circular.

 

 

Outra alteração que pode ser notada no Mistral Terceira Geração diz respeito ao rebaixo na parte superior do regulador, onde o label/rótulo no formato de diamante estava assentado. Isto gerou uma proteção adicional ao label, uma vez que estava assentado dentro deste rebaixamento no casing superior.

 

 

Durante este período, entre 1961-1962, a Siebe Gorman se fundiu com seu maior concorrente, a Heinke. E comercializaram juntas, como "Siebe Heinke", o regulador "MERLIN V".

A diferença mais notável desta nova geração do Mistral foi uma mudança do conjunto de mangueiras. Como a Siebe Gorman tinha adquirido a sua rival Heinke, e, com isso, a produção, do recentemente introduzido, regulador MERLIN, logo, resolvem usar a mangueira padrão da Heinke no regulador Mistral. O uso do mouthpiece de borracha moldada com válvulas non-return substituiu o mouthpiece de metal. As novas mangueiras também possuiam diâmetro de 1" na conexão com os horns/chifres, mas tinham, agora, o diâmetro de 1 3/4" na conexão com o mouthpiece.

 

 

MISTRAL QUARTA GERAÇÃO

Nesta versão, a Siebe Gorman altera a placa de bronze de identificação, subtituindo-a por uma etiqueta adesiva. No novo label pode-se ler, nas cores azul e creme, a inscrição SIEBE GORMAN - MISTRAL

Parafusos para a fixação do horn de exaustão com cabeças redondas e porcas de bloqueio foram introduzidas. 

 

 

O jato venturi também foi modificado para melhorar a resposta do regulador. Uma extensão tubular foi soldada na extremidade do jato existente, de modo que agora se projetava para dentro da porta de inalação. A Siebe Gornam passou a considerar o jato venturi como uma parte integrante do corpo central, e que não deveria ser removido. Na verdade, eles excluíram este item de sua lista de peças, o que gerou um problema durante a manutenção do regulador.

Embora fosse possível soltar a parte central do mecanismo do regulador da parte inferior (casing), não era possível extraí-lo inteiramente, em virtude do jato venturi se projetar para a saida de inalação. 

 

 

A alteração mais significativa desta geração foi a introdução de um diafragma moldado, no lugar da versão anterior fabricada (tecido/borracha). Este novo diafragma se assemelhava a um prato raso invertido. Este novo formato do diafragma diminui a altura disponível para o movimento do sistema de alavancas - em contato com o diafragma - para 1/4", o que prejudicou a eficiência mecânica do regulador.

O yoke também sofreu alterações e foi aumentado para acomodar as novas válvulas dos cilindros existentes.

 

MISTRAL QUINTA GERAÇÃO

Duas mudanças foram efetuadas pela Siebe Gorman no Mistral Quinta Geração. Para proteger a válvula de exaustão (duckbill) do contato com o diafragma, foi introduzida uma placa separadora. Uma tira de metal, de 4" de comprimento por 1" de largura, foi colocada na parte interna da tampa superior (lado do label). A tira de metal está fixada na tampa superior por dois pequenos parafusos.

 

 

Como no Mistral Quarta Geração, o limite do movimento do sistema de alavancas foi prejudicado pela introdução do novo diafragama no formato de um prato raso invertido, algo precisava ser feito. A solução encontrada, para permitir uma maior distorção e maior aumento para o movimento do sistema de alavancas, foi a colocação de duas ranhuras na placa de suporte e a adição de um novo diafragma. 

Estas modificações fizeram com que a altura do sistema de alvancas voltasse a ser de 1/2", ao invés dos 3/4" do Mistral Quarta Geração.

 

MISTRAL SEXTA GERAÇÃO

A Siebe Gorman parecia não estar satisfeita com o formato do separador anterior, que formava um tipo de ponte para a válvula de exaustão.

O novo separador proposto para esta geração apresentava um tamanho maior e um formato de um disco colocado na tampa superior do regulador.  A fixação do disco é feita por dois parafusos presos na tampa superior. O separador apesentava três furos que permitiam o movimento da água. O disco apresentava um recorte para permitir a completa atuação da válvula de exaustão. 

 

 

Bob Campbell acredita ser esta a configuração final da Siebe Gorman para o regulador double hose Mistral, que teve sua produção finalizada com o encerramento da empresa em 1972. Nesta altura, os reguladores de mangueira simples estavam em a ascendência e a fase dos reguladores de estágio único de duas mangueiras havia terminado. 

A Siebe Gorman publicou uma série de manuais para o Mistral, mas, uma vez mais, a falta de identificação para as várias versões/gerações produzidas faz sua identificação, com a respectiva versão do manual, ficar muito difícil. As várias edições não continham as datas de sua publicação e somente através dos diagramas explodidos e listas de peças é que podemos identificar o manual específico.

A Siebe Gorman, outra vez, tentou manter-se com a fabricação de três reguladores de mangueira simples, mas não conseguiu deter a maré e, infelizmente, desapareceu do mercado do mergulho esportivo.

Uma publicação denominada THE ESSGEE "MISTRAL" AQUALUNG AND ANCILLARY UNDERWATER SWIMMING EQUIPMENT, que era na verdade um catálogo, descreve o novo regulador Mistral, além de uma grande variedades de equipamentos de mergulho. A lista de preços deste catálogo é datada de 26 de agosto de 1957.

 

 

O exame das ilustrações mostram o que deve ter sido um protótipo do Mistral, como as parte superior, do invólucro do regulador, lisa e sem rótulo.

 

 

Este raro regulador double hose Mistral se faz presente no acervo de nossa coleção.

 

 

Bob Campbell acredita que foram produzidas cinco versões de manuais para o regulador double hose Mistral. Mas, conseguimos localizar outra versão com a capa na cor VERDE ESCURA, intitulada de THE MISTRAL MANUAL AND UNDERWATER SWIMMING GUIDE - anterior a versão dada com primeira por Bob Campbell. As datas dos desenhos dos diagramas explodidos datam de 01/03/57 e 25/05/57.

 

 

Segundo o artigo de Campbell, a primeira versão é intitulada de THE MISTRAL MANUAL AND UNDERWATER SWIMMING GUIDE.  O desenho do diagrama explodido é datado de 11/10/57. Ele se refere ao Mistral Primeira Geração - sem porta para o manômetro. Aparentemente, a capa do manual era amarela. 

O segundo manual, agora, em uma capa azul (dois tons), tinha a inscrição SIEBE GORMAN - THE MISTRAL MANUAL AND UNDERWATER SWIMMING GUIDE. Este manual cobre o Mistral Segunda Geração e apresenta a introdução da porta de entrada para o manômetro que aparece no desenho do diagrama explodido datado de 16/01/61.

 

 

O terceiro manual, agora em um formato menor, apresenta a capa de cor verde e creme e, é intitulado THE SIEBE HEINKE MISTRAL HANDBOOK.  Com certeza, este manual é de uma data após a aquisição da Heinke ocorrida em 1962, mas esta é a única pista. Os textos sobre natação subaquática foram retirados desta edição.

O texto continuava não mencionando nada sobre a porta de entrada do manômetro que só aparecia no desenho do diagrama explodido e na lista de peças.

 

 

Um outro manual, provavelmente o quarto, apresentava capa de cor cinza e borda com espiral. Tinha o título de  INSTRUCTION AND MAINTENANCE MANUAL MISTRAL DEMAND VALVE. O formato era um pouco maior que o anterior. Já apresenta a introdução da extensão do Venturi Jet, o novo diafragma moldado, o separador entre o diafragma e a válvula de exaustão (duckbill) e o novo conjunto de mangueiras da Heinke

 

 

A última versão do manual do Mistral apresenta como única diferença a alteração do separador, agora no formato de um disco recortado. Isto não aparece no texto, mas sim no diagrama explodido e lista de peças. Em todos os outros aspectos, o manual é idêntico à edição anterior.

 

Fontes:

(1) John Salsbury;

(2) Historical Diving Times #50 - Siebe Gorman Twin Hose Regulators by Bob Campbell;

(3) Desenhos Esquemáticos Copright de Bob Campbell - Publicados com sua autorização;

(4) Historical Diving Times #52 - The Siebe Gorman Mistrals by Bob Campbell;

(5) Manuais dos reguladores da Siebe Gorman e Catálogos;

 



 
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